Artigos Científicos

Bibliografia de Fitoterápicos:

Referências bibliográficas sobre Indol 3 carbinol e proteção de Câncer de Mama:

1. Synthesis and evaluation of the cytotoxicities of tetraindoles: observation that the 5-hydroxy tetraindole (SK228) induces G₂ arrest and apoptosis in human breast cancer cells. Li WS, Wang CH, Ko S, Chang TT, Jen YC, Yao CF, More SV, Jao SC.
J Med Chem. 2012 Feb 23;55(4):1583-92. Epub 2012 Feb 9. PMID: 22277074

2. Targeting of aryl hydrocarbon receptor-mediated activation of cyclooxygenase-2 expression by the indole-3-carbinol metabolite 3,3′-diindolylmethane in breast cancer cells. Degner SC, Papoutsis AJ, Selmin O, Romagnolo DF. J Nutr. 2009 Jan;139(1):26-32. Epub 2008 Dec 3. PMID: 19056653

3. Fate of 3,3′-diindolylmethane in cultured MCF-7 human breast cancer cells.
Staub RE, Onisko B, Bjeldanes LF. Chem Res Toxicol. 2006 Mar;19(3):436-42. PMID: 16544949

4. Cytostatic and antiestrogenic effects of 2-(indol-3-ylmethyl)-3,3′-diindolylmethane, a major in vivo product of dietary indole-3-carbinol. Chang YC, Riby J, Chang GH, Peng BC, Firestone G, Bjeldanes LF. Biochem Pharmacol. 1999 Sep 1;58(5):825-34.
PMID: 10449193

Referências bibliográficas sobre Tribulus terrestris e libido:

1. Evaluation of the aphrodisiac activity of Tribulus terrestris Linn. in sexually sluggish male albino rats. Singh S, Nair V, Gupta YK. J Pharmacol Pharmacother. 2012 Jan;3(1):43-7. PMID:22368416

2. Protective effect of an aphrodisiac herb Tribulus terrestris Linn on cadmium-induced testicular damage. Rajendar B, Bharavi K, Rao GS, Kishore PV, Kumar PR, Kumar CS, Patel TP. Indian J Pharmacol. 2011 Sep;43(5):568-73. PMID: 22022002

3. The influence of the Tribulus terrestris extract on the parameters of the functional preparedness and athletes’ organism homeostasis. Milasius K, Dadeliene R, Skernevicius J. Fiziol Zh. 2009;55(5):89-96. PMID: 20095389

4. Effects of Tribulus terrestris on endocrine sensitive organs in male and female Wistar rats. Martino-Andrade AJ, Morais RN, Spercoski KM, Rossi SC, Vechi MF, Golin M, Lombardi NF, Greca CS, Dalsenter PR. J Ethnopharmacol. 2010 Jan 8;127(1):165-70. Epub 2009 Sep 23. PMID: 19781624

5. Short term impact of Tribulus terrestris intake on doping control analysis of endogenous steroids. Saudan C, Baume N, Emery C, Strahm E, Saugy M. Forensic Sci Int. 2008 Jun 10;178(1):e7-10. Epub 2008 Feb 20. PMID: 18282674

6. The hormonal effects of Tribulus terrestris and its role in the management of male erectile dysfunction–an evaluation using primates, rabbit and rat.
Gauthaman K, Ganesan AP. Phytomedicine. 2008 Jan;15(1-2):44-54. PMID: 18068966

7. Free serum testosterone level in male rats treated with Tribulus alatus extracts.
El-Tantawy WH, Temraz A, El-Gindi OD. Int Braz J Urol. 2007 Jul-Aug;33(4):554-8; discussion 558-9. PMID: 17767762

Referências bibliográficas sobre Silimarina, fígado e propriedades anti-câncer:

1. Therapeutic efficacy of silymarin from milk thistle in reducing manganese-induced hepatic damage and apoptosis in rats. Chtourou Y, Garoui E, Boudawara T, Zeghal N. Hum Exp Toxicol. 2012 Aug 16. [Epub ahead of print] PMID:22899727

2. Pharmacotherapy of actinic keratosis: an update. Berman B, Amini S.
Expert Opin Pharmacother. 2012 Sep;13(13):1847-71. PMID: 22888917
[PubMed - in process]

3. Silibinin modulates the NF-κb pathway and pro-inflammatory cytokine production by mononuclear cells from preeclamptic women. Giorgi VS, Peracoli MT, Peracoli JC, Witkin SS, Bannwart-Castro CF. J Reprod Immunol. 2012 Aug 4. [Epub ahead of print] PMID: 22871551

4. Protective effects of gypenosides against fatty liver disease induced by high fat and cholesterol diet and alcohol in rats. Qin R, Zhang J, Li C, Zhang X, Xiong A, Huang F, Yin Z, Li K, Qin W, Chen M, Zhang S, Liang L, Zhang H, Nie H, Ye W. Arch Pharm Res. 2012 Jul;35(7):1241-50. Epub 2012 Aug 3.

5. Anti-cancer efficacy of silybin derivatives – a structure-activity relationship. PLoS One. 2013;8(3):e60074. doi: 10.1371/journal.pone.0060074. Agarwal CWadhwa RDeep GBiedermann DGažák RKřen VAgarwal. Department of Pharmaceutical Sciences, Skaggs School of Pharmacy and Pharmaceutical Sciences, University of California San Diego, La Jolla, California, United States of America.

Referências bibliográficas sobre Saw palmetto e próstata:

1. Multicentre study on the efficacy and tolerability of an extract of Serenoa repens in patients with chronic benign prostate conditions associated with inflammation. Giulianelli R, Pecoraro S, Sepe G, Leonardi R, Gentile BC, Albanesi L, Brunori S, Mavilla L, Pisanti F, Giannella R, PMID: 22908779

2. Dietary supplements for benign prostatic hyperplasia: An overview of systematic reviews. Kim TH, Lim HJ, Kim MS, Lee MS. Maturitas. 2012 Aug 7. [Epub ahead of print] PMID: 22883375

3.[Treatment of chronic prostatitis in prophylaxis of prostatic adenoma]. Urologiia. 2012 Mar-Apr;(2):39-40, 42-3. Russian. PMID:22876632

4. Comparison of the potency of 10 different brands of Serenoa repens extracts. Scaglione F, Lucini V, Pannacci M, Dugnani S, Leone C. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2012 May;16(5):569-74. PMID:22774395

Referências bibliográficas sobre reposição hormonal – ANDROPAUSA:

1- A terapia de reposição com androgênios contribui para a melhora de sintomas da Hiperplasia Benigna de Prostata. (Androgen replacement therapy contributes to improving lower urinary tract symptoms in patients with hypogonadism and benign prostate hypertrophy: a randomised controlled study. Shigehara K, Sugimoto K, Konaka H, Iijima M, Fukushima M, Origasa H, Iwamoto T, Namiki M. Aging Male. 2011 Mar. Epub 2010 Dec 21. Department of Integrative Cancer Therapy and Urology, Kanazawa University Graduate School of Medical Science, Kanazawa, Ishikawa, Japan.
Estudo realizado em homens em tratamento de reposição de testosterona concluiu que os sintomas do aumento de próstata melhoraram de acordo com o padrão internacional de sintomas de próstata.

2- Segurança sobre o uso prolongado de reposição hormonal em pacientes com deficiência de androgênios e disfunção erétil. (Safety of long-term replacement hormonal therapy in patients with erectile dysfunction and androgen deficiency. Morgunov LIu, Vertkin AL, Pushkar. Urologia. 2007 Sep-Oct;(5):49-51).
Pacientes entre 57 e 73 foram acompanhados durante 12 meses de uso de enantato de testosterona. Exames de PSA e USG transretal foram realizados e não ocorreram alterações. Ocorreu melhora nos níveis de colesterol que podem auxiliar na prevenção de câncer de próstata.

3- Monitoração da reposição com hormônios androgênicos (Testosterona e segurança da próstata. Monitoring androgen replacement therapy: testosterone and prostate safety. Morales A. Department of Urology and Centre for Advanced Urological Research, Queen’s University, Kingston, Canada. J Endocrinol Invest. 2005;28(3 Suppl):122-7).
O tratamento com testosterona tem sido utilizado por cerca de 70 anos, mas até hoje ainda há dúvidas sobre a segurança sobre a próstata. Não há evidências que a administração apropriada de androgênios cause danos à próstata. A suspeita de câncer de próstata em curso é uma contraindicação para a reposição com testosterona.

4- Suplementação com testosterona em homens com prostatectomia por câncer na próstata. (Androgen replacement therapy after prostate cancer treatment. Khera M. Baylor College of Medicine, Houston, TX 77030, USA. Curr Urol Rep. 2010 Nov;11(6):393-9). Historicamente, evita-se a suplementação com testosterona em homens com histórico de câncer de próstata. Entretanto, estudos recentes têm demonstrado que a recorrência de aumento de PSA em homens que retiraram a próstata por câncer, é menor que nos homens em geral.

5- Rhoden, W. et al., “High levels of circulating testosterone are not associated with increased prostate cancer risk” – New England Journal of Medicine 2004 Mar; 163(3):824-7

6- The increase of prostate cancer is not increased by Testosterone administration. – Basaria, A. et al., “Anabolic androgenic steroid therapy in the treatment of chronic diseases”, “ The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism 2004; Vol 86. No. 11:5108-5117

7- There is absolutelly no clinical evidence that the risk of either prostate cancer or BPH increases with transdermal testosterone replacement. Morley, J. et al., “Testosterone replacement and the physiologic aspects of aging in men”, “ Mayo Clinic Proc 2000; 75(suppl):583-7

Referências bibliográficas sobre reposição hormonal – MENOPAUSA:

1- Revisão sobre a segurança e eficácia dos hormônios base (homólogos humanos) no manejo da menopausa e riscos associados. (A comprehensive review of the safety and efficacy of bioidentical hormones for the management of menopause and related health risks. Moskowitz D. Altern Med Rev. 2006 Sep;11(3):208-23)
Há inúmeras formas de reposição hormonal pós menopausa no que diz respeito à estrutura molecular, afinidade com receptores, ação metabólica etc, porém têm sido tratados todos como se fossem a mesma coisa. O tratamento com essas substâncias não deveria ser chamado de reposição hormonal, mas sim substituição hormonal, pois são substâncias DIFERENTES das originalmente existentes no organismo, chamados de hormônios sintéticos. As pesquisas demonstram que essas substâncias apresentam variabilidades clínicas em eficiência e segurança, pois não agem como seus correspondentes originais naturais. Sendo assim, há uma corrente na medicina que está dando preferência aos hormônios homólogos humanos, por apresentarem estrutura molecular e ação metabólica idênticas aos produzidos no organismo.
Este estudo compara as disparidades de segurança e eficácia entre os hormônios bioidênticos e os sintéticos. Atenção especial foi devotada às ações sobre as mamas, endométrio, ossos, sistema cardiovascular e cérebro.
Como resultado, os estudos demonstraram que a progesterona bioidêntica não apresenta qualquer efeito negativo sobre o perfil lipídico e tecido mamário, diferentemente da progesterona sintética. Os estudos também demonstram redução dos riscos de trombose e maior efetividade sobre os sintomas da menopausa. Todos os estudos demonstram que deva ser dada preferência aos hormônios bioidênticos sobre os sintéticos na reposição hormonal pós-menopausa.

2- São os hormônios bioidênticos mais seguros e eficazes que suas versões sintéticas para a reposição hormonal na menopaussa? (The bioidentical hormone debate: are bioidentical hormones (estradiol, estriol, and progesterone) safer or more efficacious than commonly used synthetic versions in hormone replacement therapy? Holtorf K. Holtorf Medical Group, Inc., Torrance, CA 90505, USA. Postgrad Med. 2009 Jan;121(1):73-85.
O objetivo deste estudo foi comprovar a maior segurança nos tecidos mamários e risco cardiovascular, da utilização de hormônios bioidênticos (estrutura molecular idêntica aos produzidos pelo organismo humano – estradiol, estriol, progesterona e testosterona), comparada com seus equivalentes convencionais de origem sintética como os estrogênios de origem equina (Premarim), Etinil estradiol ou Acetato de Medroxi-progesterona e outros progestágenos.
Conclusão: De acordo com dados fisiológicos e clínicos, a reposição hormonal na menopausa com hormônios bioidênticos apresentam menor risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares, maior eficácia e menos efeitos colaterais que seus correspondentes sintéticos. Até o presente momento, a reposição hormonal com hormônios bioidênticos constituem a primeira opção na reposição hormonal feminina com maior eficácia, menos efeitos colaterais e maior segurança.

3- Efetividade dos hormônios homólogos humanos na terapia de reposição hormonal. (Effectiveness of compounded bioidentical hormone replacement therapy: an observational cohort study. Ruiz AD, Daniels KR, Barner JC, Carson JJ, Frei CR. BMC Womens Health. 2011 Jun 8;11:27. Pharmacotherapy Education and Research Center, The University of Texas Health Science Center, San Antonio, TX, USA).
O objetivo deste estudo é comprovar que a terapia de reposição hormonal bioidêntica é uma alternativa mais segura e com igual eficácia à terapia convencional com hormônios sintéticos. Mulheres com idades de 18 a 89 anos receberam hormônios bioidênticos por via transdérmica entre janeiro de 2003 e abril de 2010 (n=296). A severidade dos sintomas tiveram com base o teste de Wilcoxon.
Conclusão: Ocorreu melhora em todos os sintomas da menopausa como melhora no humor, sintomas vasomotores (fogachos), irritabilidade, sudorese noturna e ansiedade.

4- Terapia de reposição hormonal em mulheres que tiveram câncer de mama. Os benefícios são maiores que os riscos? (Hormone replacement therapy in women with breast cancer. Do the risks outweigh the benefits?Roy JA, Sawka CA, Pritchard KI. J Clin Oncol. 1996 Mar;14(3):997-1006. Division of Medical Oncology/Haematology, Toronto-Sunnybrook Regional Cancer Centre, Ontario, Canada).
Revisão de literatura através do Medline, Cancerline e todos os estudos publicados sobre o assunto no ano de 1995, sobre o risco de câncer de mama relacionado com a reposição hormonal pós-menopausa em mulheres com histórico de câncer de mama. Resultados: Nenhum estudo demonstrou aumento significativo no desenvolvimento de câncer de mama comparando mulheres que utilizaram reposição hormonal e mulheres que nunca utilizaram reposição hormonal. Concluimos que os benefícios da reposição hormonal pós-menopausa em mulheres saudáveis, são maiores que os possíveis riscos.

5- Progesterone protects, progestins worsen cancer risk. The risk was significantly greater ( p < 0.001) with HRT containing synthetic progestins than with HRT containing bioidentical Progesterone. The RR respectively 1.4 and 0.8 20% decrease in risk with bioidentical progesterone – Fournier A. et al. Breast cancer risk in relation to different types of hormone replacement therapy in the E3N-EPIC cohort study. International Journal of Cancer .2005 Apr 10;114(3):448-54

6- Study on 80.377 postmenopausal women. No increase in breast cancer in women on E2 and Progesterone. CEE+MPA had RR of 1.69 or 69% increase in risk of breast cancer. These findings prove that bioidentical hormones are undoubtedly safer – Fournier A. et al. Unequal risks for breast cancer associated with different hormone replacement thearpies: results of the E3N-EPIC cohort study. Breast Cancer Research Treat .2007 Feb 10;104(13):373-91

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